Era o sonho dele, um garoto comum, quase um adolescente. Sonhava com paus, mas não gostava do contato muito próximo com outros homens, algo paradoxal. Foi quando descobriu em uma banca de jornais uma revista de sexo de travestis. Tarou. Pirou. Aquelas bonekas femininas era tudo o que sempre desejara, pois eram absolutamente lindas e gostosas, como as mulheres de capas de revista para quem ele se masturbava. Mas tinham também grossos cacetes, com chapeletas reluzentes, que ele iria adorar botar na boca.
E um dia, tremendo, com as pernas bambas, ligou para o anúncio do jornal. Travesti dominadora e amigas, realizamos seu desejo secreto. Simplesmente isso, seu pau quase estourava a cueca de tão duro, a excitação com sua fantasia prestes a ser realizada. Pela primeira vez na vida colocaria um pau na boca, não um mais quatro. Gastararia o dinheiro tão suado, economizado durante quase um ano de estágio.
E agora este rapaz novinho, lisinho e branquinho está literalmente fudido. Amarrado a um poste, ele não imaginava que as acompanhantes t-lovers que ele contratara eram as mais barra pesada da cidade. Ele, que queria uma dominação light, ser levado ao prazer ao invés de ter que ser responsável por tudo, como fazia com suas namoradinhas, entrou em um jogo de sadomasoquismo transexual que ia além de suas expectativas.
Vejam ele, quase se cagando de medo, sua pica ridícula quase desaparecendo com o medo. E veja estas deusas travecas, com seus volumosos peitos artificiais, o látex de suas roupas brilhando, longas botas negra de couro. De joelhos, ele é forçado a lamber e chupar cada uma delas, em sequência. Ele até que gosta, mas dolorosas chibatas em seu traseiro mirrado e nu lembram o verme que ele é.
Depois de se engasgar com aquelas pirocas, as dominadoras o colocam de quatro e seu cuzinho virgem é fodido e arregaçado sem dó. As travestis fazem o que gostam mais, que é humilhar um homem, descontando nele anos e anos de preconceito. A foda é violenta, elas bombam com força, suas bolas batendo contra a bundinha dele. Amordaçado, ele geme de dor e prazer, em sua primeira transa anal.
E quando cada uma delas o sodomizou, todas se juntam ao redor dele em um círculo e masturbando seus cacetes transexuais, despejam um verdadeiro banho de porra em nosso herói que de tão humilhado, jaz quase desfalecido. Com o cú dilatado e ardido, melecado de esperma, com gosto de cacete na boca, ele mal vê a hora de economizar de novo para uma nova suruba destas!
E se você gostou…


(9 votos, média: 3,33 de 5)


